quarta-feira, 29 de novembro de 2017

Vereador Raimundo Monteiro pediu o cancelamento da sessão alegando irregularidades no rito da CPI

Vereador Raimundo Monteiro (PDT)
O pedido que poderia ter salvado a Câmara de Vereadores de Tutóia da desmoralização perante a decisão judicial que suspendeu o afastamento do prefeito de Tutóia imposto pelos vereadores que constituem a CPI da Saúde realizada nesta segunda-feira (27).

Momentos antes da votação dos vereadores para a tomada da decisão do afastamento do prefeito Romildo, em sua fala, o vereador Raimundo Monteiro do PDT, pediu para que a sessão fosse cancelada, por que segundo ele, o rito da Comissão Parlamentar de Inquérito não obedecia o artigo 113 e seu inciso, já que a sessão não tinha pauta, onde Raimundo havia tentado protocolar um pedido de pauta sem sucesso pela Câmara, que em seguida havia ido na casa do presidente Raimundinho da Seriema (PP), que se recusou a aceitar protocolar o pedido de copia da pauta e outros documentos.

Raimundo Monteiro (PDT), disse que pediu para que a sessão da segunda-feira (27) fosse cancelada, pois o rito em questão estava errado, tendo em vista que comissão de inquérito não tem competência de pedir afastamento de gestor municipal e se assim fizessem a Câmara Municipal passaria vergonha.

Não ouvido pela maioria dos vereadores que insistiram em continuar o procedimento de forma supostamente ilegal, a reação da justiça em desfazer o erro dos vereadores foi rápida. Onde o juiz de direito da comarca de Tutóia decidiu pela suspensão do afastamento do prefeito Romildo Damasceno (PSDB).

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